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História

Conheça o município de Boa Hora

História, Cultura, Economia e Festejos.

Histórico
O município foi elevado a categoria de cidade por meio da lei estadual nº 4.680 de 26 de janeiro de 1994 sancionada pelo governador do Piauí Antonio de Almendra Freitas Neto, sendo desmembrado da cidade de Barras –PI, sua população segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) é de 6.339 habitantes, sendo que o maior número de pessoas vivem na zona rural do município.
Da instalação de duas famílias; os Coelhos e os Prudêncios o município surgiu a partir da fazenda Buriti Grande, mais tarde a comunidade, o povoado e hoje a cidade de Boa Hora, localizada em uma área de forte pastoril, a região sempre recebia muitos visitantes vindos de outras regiões do Brasil, como tropeiros, caixeiros e ambulantes Cearenses, que se hospedavam na fazenda e sempre ao chegar, geralmente no horário do almoço ou do jantar os primeiros comprimentos eram “Chegamos em Boa  Hora” do qual advém a denominação do nome da cidade.
A primeira eleição municipal aconteceu no ano de 1996 tendo como prefeito eleito Antonio Coelho de Resende e vice Francieudo do Nascimento Carvalho atual gestor do município.
Reisado
Do dia 31 de dezembro ao dia 6 de janeiro de cada ano a terra da rapadura se ‘transforma’ na capital do reisado, por aqui, várias pessoas fazem peregrinação pela cidade e pelo interior em agradecimento a Santos Reis, por uma graça alcançada, são os famosos pagadores de promessas.
Os populares percorrem casa por casa com a imagem dos três reis magos, acompanhados das cantadeiras, um boi, (produzido em madeira e ornamentado com tecidos coloridos) os dançadores, os caretas, o mandador, o Jacaré (pessoa que carrega o boi) e o sanfoneiro, sempre na companhia de uma multidão de pessoas durante as madrugadas pela cidade. 
O Reisado em Boa Hora se consagra como a mais importante tradição cultural e religiosa do município. Praticado por pais e filhos a cultura do reisado vem se fortalecendo a cada ano, e atualmente Boa Hora realiza o maior festival de reisados da região do nordeste brasileiro, o ano de 2017 celebrou 18 edições do festival.
Economia
Boa Hora é um dos maiores municipio do nordeste brasileiro na produção da cana de açúcar e da rapadura. Típico da região, os engenhos antes, puxados há boi, produzem rapadura que é exportada para várias cidades brasileiras, atualmente já se somam mais de 100 engenhos elétricos. 
Outros produtos que enriquecem a economia do município é a agricultura que se somando aos frutos nativos da região como o pequi que tem fontes de vitamina, e é utilizado também na culinária local na famosa galinhada com pequi. Outra arvore típica da região que produz frutos de forte valor nutritivo é o buriti, do fruto pode-se aproveitar o suco e pamonhas para ser comercializadas.
Festejos
Do dia 19 a 31 de  junho Boa Hora celebra os festejos do Padroeiro São Pedro, o santo é festejado por muitos católicos. Junto ao Santos Reis, são os dois grandes representantes da fé católico que reina na alma dos Boaorenses.
Texto extraido das pesquisas do historiador Carvalho Filho.

História

Conheça o município de Boa Hora

História, Cultura, Economia e Festejos.

Histórico
O município foi elevado a categoria de cidade por meio da lei estadual nº 4.680 de 26 de janeiro de 1994 sancionada pelo governador do Piauí Antonio de Almendra Freitas Neto, sendo desmembrado da cidade de Barras –PI, sua população segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) é de 6.339 habitantes, sendo que o maior número de pessoas vivem na zona rural do município.
Da instalação de duas famílias; os Coelhos e os Prudêncios o município surgiu a partir da fazenda Buriti Grande, mais tarde a comunidade, o povoado e hoje a cidade de Boa Hora, localizada em uma área de forte pastoril, a região sempre recebia muitos visitantes vindos de outras regiões do Brasil, como tropeiros, caixeiros e ambulantes Cearenses, que se hospedavam na fazenda e sempre ao chegar, geralmente no horário do almoço ou do jantar os primeiros comprimentos eram “Chegamos em Boa  Hora” do qual advém a denominação do nome da cidade.
A primeira eleição municipal aconteceu no ano de 1996 tendo como prefeito eleito Antonio Coelho de Resende e vice Francieudo do Nascimento Carvalho atual gestor do município.
Reisado
Do dia 31 de dezembro ao dia 6 de janeiro de cada ano a terra da rapadura se ‘transforma’ na capital do reisado, por aqui, várias pessoas fazem peregrinação pela cidade e pelo interior em agradecimento a Santos Reis, por uma graça alcançada, são os famosos pagadores de promessas.
Os populares percorrem casa por casa com a imagem dos três reis magos, acompanhados das cantadeiras, um boi, (produzido em madeira e ornamentado com tecidos coloridos) os dançadores, os caretas, o mandador, o Jacaré (pessoa que carrega o boi) e o sanfoneiro, sempre na companhia de uma multidão de pessoas durante as madrugadas pela cidade. 
O Reisado em Boa Hora se consagra como a mais importante tradição cultural e religiosa do município. Praticado por pais e filhos a cultura do reisado vem se fortalecendo a cada ano, e atualmente Boa Hora realiza o maior festival de reisados da região do nordeste brasileiro, o ano de 2017 celebrou 18 edições do festival.
Economia
Boa Hora é um dos maiores municipio do nordeste brasileiro na produção da cana de açúcar e da rapadura. Típico da região, os engenhos antes, puxados há boi, produzem rapadura que é exportada para várias cidades brasileiras, atualmente já se somam mais de 100 engenhos elétricos. 
Outros produtos que enriquecem a economia do município é a agricultura que se somando aos frutos nativos da região como o pequi que tem fontes de vitamina, e é utilizado também na culinária local na famosa galinhada com pequi. Outra arvore típica da região que produz frutos de forte valor nutritivo é o buriti, do fruto pode-se aproveitar o suco e pamonhas para ser comercializadas.
Festejos
Do dia 19 a 31 de  junho Boa Hora celebra os festejos do Padroeiro São Pedro, o santo é festejado por muitos católicos. Junto ao Santos Reis, são os dois grandes representantes da fé católico que reina na alma dos Boaorenses.
Texto extraido das pesquisas do historiador Carvalho Filho.